sábado, 9 de julho de 2016

O FANTASMA DA ÓPERA (Arthur Lubin/1943)

Esta versão obviamente não tem a inesquecível partitura que Andrew Lloyd Webber comporia para os palcos décadas depois; ainda assim, faz jus à inserção no gênero musical, no sentido de exibir várias performances de ópera entremeando a história que, de outro modo, é dialogada e pende ao romance, minimizando o mistério e o horror em prol da exposição alongada das razões da transformação do personagem-título.

O olhar tende a se fixar na suntuosidade da cenografia em Technicolor; o elenco insosso causa bocejos, à exceção do grande Claude Rains, que não é visto por longos intervalos. A insistência em extrair humor do triângulo amoroso entre a indecisa protegida do Fantasma e dois pretendentes ora enseja breves sorrisos, ora dilui a gravidade dos acontecimentos, afetando a integridade do desfecho. [Info

Um comentário:

  1. É uma história clássica que não me chama atenção.

    Abraço

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