segunda-feira, 11 de julho de 2016

Rapidinhas

Topkapi (Juless Dassin/1962): leve como uma pluma, formalmente brincalhão desde a abertura. Peter Ustinov rouba a cena do casal protagonista sem traquejo para a comédia (Melina Mercouri, Maximilian Schell). A sequência do furto da joia, cheia de suspense e poucas palavras, não deixa nada a dever à de Rififi. [Info

Deuses do Egito (Alex Proyas/2016): de Cidade das Sombras, Eu, Robô e Presságio para isto - uma queda vertiginosa para o ex-visionário Proyas. Uma bagunça de CGI asséptico, piadinhas tolas, romance aguado e enredo rocambolesco. A única maneira de tolerar o filme é desarmar-se e regredir a uma mentalidade adolescente. [Info

Vatel - Um Banquete para o Rei (Roland Joffé/2000): um desbunde para quem se interessa pela arte da cenografia - não à toa sua única indicação ao Oscar foi na categoria de Direção de Arte/Decoração de Sets. Nada profundo, nem deprimente, mas é impossível deixar de notar a crítica ao uso oportunista e descarte sumário do povo pelas elites. [Info

2 comentários:

  1. Três filmes que não assisti.

    Apesar do filme ser maldito, "O Corvo" ainda é o melhor trabalho de Alex Proyas, que como vc bem citou, foi um diretor de quem se esperava mais.

    Abraço

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    1. O Corvo é o filme que menos gosto de Proyas, mas Deuses do Egito certamente tem muito menos fãs do que aquele.

      Cumps.

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