sexta-feira, 11 de março de 2016

Vendedor de Ilusões. Morton Da Costa, 1962. Superprodução musical do tipo das que raramente se vê hoje em dia. Parece não haver uma locação sequer - a cidadezinha cenográfica faria inveja aos planejadores do Projac. A trama enfatiza, em tom de humor crítico, a valores e peculiaridades típicos da cultura estadunidense interiorana. Quem vem de fora, caso sinta-se desconfortável, poderá voltar as atenções a dois números de dança empolgantes (o do salão de eventos da escola e o da biblioteca) e as peripécias cômicas dos coadjuvantes. Apesar de física e vocalmente desenvolto, Robert Preston beira o estridente; as cenas protagonizadas por Shirley Jones cativam mais. Parte das canções deixa a desejar, esquecidas tão logo terminadas. A duração é punitiva. Mesmo assim, no geral, um entretenimento apropriado para levantar o astral. [9/3/16] 

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