segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

O MISTERIOSO CASO DE JUDITH WINSTEAD (Chris Sparling/2015)

Não é spoiler revelar que este filme de horror moldado na linguagem  dos documentários, gravado em fontes de vídeo de qualidade variada, trata de possessão demoníaca: isso é deixado transparente desde os primeiros minutos. Um erro de estratégia, diga-se de passagem, pois rouba do espectador a chance de especular sobre a natureza cada vez mais perturbadora da paranormalidade de Judith Winstead, testada por um time de cientistas num laboratório para pesquisas de pessoas que clamam ter dons sobrenaturais. Apesar da previsibilidade, as demonstrações perversas de feitos inexplicáveis, o acúmulo de incidentes agourentos e o comportamento bizarro da hospedeira causam apreensão a ponto de tornar esta modesta produção uma das melhores do gênero desde o advento do inimitável clássico de William Friedkin. Ponto a favor: o insight de criticar a prepotência do governo norte-americano que tenta domar Winstead com o intuito de militarizar o cramulhão. [Info

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