domingo, 31 de janeiro de 2016

007 CONTRA SPECTRE (Sam Mendes/2015)

Depois do inédito triunfo estético e dos surpreendentes golpes emocionais de Skyfall, natural que a aventura seguinte de Bond fosse uma relativa decepção. Apesar de uma largada espetacular - talvez a melhor sequência de abertura da série, envolvendo um elaborado plano-sequência na Cidade do México e uma luta a bordo de um helicóptero descontrolado -, a adrenalina logo arrefece e a trama começa a perder o foco. O problema não é exatamente a duração dilatada, sim, a falta de relevância dos eventos a preenchê-la. Fica a sensação de rotina, de falta de inspiração, algo prometido mas não cumprido - afetando inclusive o vilão morno de Christoph Waltz. Spectre está mais para Quantum of Solace do que Cassino Royale ou Skyfall. Conclusão: inútil alimentar a esperança de sempre receber algo especial de 007. [Info

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