sábado, 10 de outubro de 2015

A CASA DOS MORTOS (Will Canon/2015)

De dar ocasionais calafrios graças à precisão da fotografia, que explora a ameaçadora escuridão dos cômodos da casa mal-assombrada valendo-se de fontes de luz mínimas e variados feeds de vídeo. Sustos espaçados marcam presença, sem a insistência irritante de abacaxis preguiçosos como Evocando Espíritos. Atmosfera e apreensão ganham a devida importância nas mãos do diretor. Por outro lado, a narrativa que alterna duas linhas temporais se aproxima do anticlimático (os melhores filmes de horror se desenvolvem linearmente) e Dustin Miligan - de cuja performance muito do impacto do clímax depende - acaba prejudicando o resultado, por não saber enunciar falas direito, nem entender o poder sugestivo do olhar. [Info

Um comentário:

  1. A trama tinha um ótimo potencial, mas infelizmente o ator principal é fraco e a reviravolta final um pouco forçada.

    Abraço

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