domingo, 16 de agosto de 2015

O CAVALEIRO SOLITÁRIO (Gore Verbinski/20013)

Um termo inglês define este filme à perfeição: "overproduced", superproduzido. O estúdio e os realizadoras puseram ingredientes demais na receita, deixando o bolo pesado, de difícil digestão, embora bonito de se ver. É a lógica do "quanto maior, melhor" que rege a confecção de grande parte dos arrasa-quarteirões. Em vez de oferecer diversão escapista, O Cavaleiro Solitário cansa: ação sem fim, metragem abusiva, interlúdios cômicos que se atropelam, obrigatória subtrama romântica, opção narrativa duvidosa formatada em flashbacks que evidencia a irregularidade do ritmo. Justiça seja feita, há de se aplaudir a perseguição ao som da ópera Guilherme Tell no topo de trens em movimento e a impagável caracterização de Depp no papel do índio Tonto, ofuscando o herói certinho de Armie Hammer. [Info

Um comentário:

  1. Ainda não assisti, mas sua crítica é semelhante a outras que li pela net.

    Abrçao

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