sexta-feira, 17 de julho de 2015

PEARL HARBOR (Michael Bay/2001)

Sou da opinião de que nada existe de fundamentalmente errado neste filme, desde que a pessoa tolere triângulos amorosos aguados (clichê pré-fabricado para tornar dramas de guerra palatáveis às mulheres) e faça vistas grossas à inexpressividade de Ben Affleck (que, desde então, evoluiu sobremaneira como artista). Michael Bay e Jerry Bruckheimer pretenderam replicar a fórmula de Titanic - love story trágica em meio a evento histórico. Só foram felizes no fator espetáculo da equação, ao contrário de James Cameron, que acertou também na emoção. Visto no cinema, Pearl Harbor impressiona com sua belíssima fotografia em tela larga e faz o queixo cair durante o ataque ao porto militar que lhe dá título, provando a aptidão de Bay para a adrenalina e a pirotecnia. [Info★★★

Um comentário:

  1. As cenas de ação exageradas e o triângulo amoroso água com açúcar eu aceito como uma forma de atingir o grande público que gosta apenas de blockbusters.

    O que me deixou mais incomodado no roteiro é o contra ataque americano na parte final, que se mostra uma patriotada das piores. Na minha opinião, o foco teria de ser o ataque japonês e pronto.

    Abraço

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