quinta-feira, 23 de julho de 2015

A INVENÇÃO DE HUGO CABRET (Martin Scorsese/2011)

Scorsese parece entregar às massas apenas uma aventura infanto-juvenil de produção luxuosa, cheia de humor para toda a família, figuras simpáticas e um aspecto visual de encher os olhos. Aparências enganam. Lá pelo terço final do longa o espectador atento perceberá que, no âmago, Hugo é uma declaração de amor a um pioneiro do cinema (o ilusionista-diretor Georges Méliès) e, sobretudo, um apelo à preservação das obras artesanais dos primórdios dessa forma de arte, pertencentes à mesma árvore genealógica desta multimilionária incursão de Scorsese na história do ramo em que trabalha. [Info

3 comentários:

  1. É um belíssimo filme, com um visual fantástico e uma história que é uma homenagem ao cinema.

    Abraço

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  2. Não sei se chegou a ver este no cinema, mas para mim é um dos raros (não sei se conto 5) filmes em que o 3D foi muito bem utilizado.

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    1. Infelizmente não, e nunca vi um filme em 3D. Aqui nesta cidade estamos muito mal servidos.

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