sábado, 30 de maio de 2015

HACKER (Michael Mann/2015)

O filme menos distinto do Mestre Esteta da Criminalidade Urbana ainda é capaz de garantir duas horas de visual transfixante (ninguém domina melhor a fotografia digital noturna), minutos esparsos de adrenalina violenta e duas coadjuvantes femininas poderosas (Wei Tang, Viola Davis). A sensação de perigo global iminente imposta pelo vilão escondido faz-se sentir, tornada crível pela complexidade (e contemporaneidade) das atividades ilícitas perpetradas via invasão de computadores. Pena que o enredo seja tão mundano, aquém da capacidade do diretor de entregar conflitos dramáticos de alta voltagem como em Colateral ou O Informante, estrelado por um anti-herói marrento a quem Chris Hemsworth não consegue dar carisma. [Info] ★★★

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