quarta-feira, 25 de março de 2015

NO LIMIAR DA VIDA (Ingmar Bergman/1958)

Confinado à ala da maternidade de um modesto hospital, câmeras fixadas na face das atrizes em cenas emocionais, o filme começa recalcitrante - o desespero da personagem de Ingrid Thulin soa mais como histeria autocomiserativa do que um desabafo genuíno sobre a falta de amor na sua vida. Ganha força no desfecho, relativamente caloroso levando-se em conta o padrão usual de Bergman, embora não sem a presença da morte e o fantasma do vazio existencial. [Info] ★★★

2 comentários:

  1. Eu preciso criar vergonha na minha cara, isso sim! Acredita que até hoje não assisti nenhum filme do Bergman!?

    Movies Eldridge
    http://movieseldridge.blogspot.com.br/

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    1. Eu não vi nenhum do Jean Renoir, Sergei Eisenstein, Murnau, Naruse etc. rs

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