segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

O BAILE (Ettore Scola/1983)

Cinquenta anos do século XX concentrados num único cenário, dramatizados pelos mesmos personagens: um salão de dança francês e os pés-de-valsa que o frequentam.

O humor abunda – seja quando um parceiro pisa no pé do outro, uma donzela apela para manobras evasivas na esperança de rechaçar um pretendente indesejado, ou simplesmente pelo feitio de certas figuraças a marcar presença no local. O romance também ganha destaque, evocado por meio de olhares, trejeitos, poses. Não há uma linha sequer de diálogo proferida pelos atores.

Programa agradável que deve ter representado um exercício desafiador para Scola. [Info] ★★★

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