quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

JORNADA NAS ESTRELAS V – A ÚLTIMA FRONTEIRA (William Shatner/1989)

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Apesar da coleção de Framboesas de Ouro e das persistentes diatribes dos conhecedores da série, A Última Fronteira foi uma surpresa positiva.

Quando se pensa no melhor da ficção científica, vêm à cabeça temas sérios envoltos numa roupagem de fantasia e especulação, ideias relevantes embaladas por espetáculos impossíveis. Shatner, diretor e corroteirista, fornece tais elementos neste capítulo bem-humorado e de caráter intimista. Antes de embarcar na suprema busca do que alguns chamam de “Deus” ou “Paraíso”, o homem deve empreender uma jornada interior, admitindo medos ou segredos até então inconfessáveis. De que adianta perseguir o máximo (“Deus”) se a pessoa nunca se aventurou na própria alma?

Explorar o desconhecido, ir corajosamente aonde ninguém colocou os pés – o famoso lema pode ser interpretado de maneira literal (viajar aos confins do universo em busca de um ser supremo com respostas definitivas) ou na melhor tradição do gênero, por via metafórica (conhecer a si mesmo). [Info] ★★★★

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