quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

GLADIADOR (Ridley Scott/2000)

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Épico de sandálias-e-espada situado na Idade Antiga, diferenciado por abraçar certa dose de espiritualidade.

O espetáculo salta à vista sem ofuscar o elemento humano, contrariando as típicas acusações de “estilo sobreposto substância” plantadas contra Ridley Scott. Maximus Decimus Meridius integra o rol de grandes heróis inspiradores do cinema – general romano vingador da família, inimigo da perfídia palaciana, obediente à hierarquia desde que legítima e não usurpada. Russell Crowe verte suor e lágrimas. O roteiro, embora nada revolucionário, providencia várias falas de efeito para o elenco declamar que “ecoarão na eternidade”. Digno canto do cisne de Oliver Reed; dos últimos trabalhos decentes de Richard Harris. Música, cenários, guarda-roupas – monumentais.

Cinco anos após Coração Valente, contribuiu decisivamente à ressurreição de um gênero cujo ápice de popularidade se verificou nos anos 10, 20, 50 e 60. [Info] ★★★

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