sábado, 13 de dezembro de 2014

BIUTIFUL (Alejandro González Iñárritu/2010)

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Sem a colaboração de Guillermo Arriaga, Iñárritu novamente molda uma trama cheia de personagens cujos caminhos se cruzam. Ao contrário dos filmes anteriores, a cronologia é menos fragmentada e os coadjuvantes orbitam em torno de um único protagonista. Nota-se um ganho em densidade e foco. Quem sentir-se oprimido pela abordagem de Iñárritu sobre pobreza, doença, morte e crises familiares poderá acusá-lo de “pornografia miserabilista”. Procede? Apesar de cortejar o deprimente, Biutiful centra-se num homem decente que, ao tomar conhecimento do escasso tempo de vida que lhe resta, busca consertar erros cometidos – incluindo a relação com a esposa, o legado que pretende deixar para os filhos e as pendências no submundo da ilegalidade. [Info] ★★★★

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