segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

2001 - UMA ODISSEIA NO ESPAÇO (Stanley Kubrick/1968)

Infinito em significado, quatro décadas após Metrópolis, o filme elevou o gênero FC – atrelado a toscas aventuras com monstrengos de borracha e espaçonaves suspensas em forma de disco – ao status de arte, cerebral e esteticamente pujante. Diálogos esparsos, uma correnteza de visões extraordinárias aliadas a música clássica e vanguardista, enigmática poesia audiovisual. Como o Portal de Estrelas que levou David Bowen aos confins de outra galáxia, Kubrick e Arthur C. Clarke fizeram avançar a linguagem cinematográfica para convidar o público a sonhar acordado com especulações acerca das origens, do desenvolvimento e do destino do Homem, engolfado pela vastidão do universo. [Info] ★★★★★

2 comentários:

  1. Entendo e respeito quem considera um grande filme, mas não consegui entrar no clima.

    Gosto de vários filmes de Kubrick, mas este eu considero cansativo e pretensioso.

    Abraço

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    1. Pensei o mesmo da primeira vez que o assisti, quando tinha uns 12 anos.

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