terça-feira, 4 de novembro de 2014

IMORTAIS (Tarsem Singh/2011)

Refrescando a memória de 300, este épico estufado de CGI e ultraviolência mata a noção de entretenimento. Limita-se a uma sucessão de imagens feias, concatenadas sem ritmo nem energia. Henry Cavill é um herói digno, mas a ele e aos demais atores foram dadas platitudes piegas para recitar. Desagradável de ver e ouvir (a mixagem amplifica as batalhas, tornando-as ensurdecedoras), haveria algum aspecto a se admirar, como a notória dedicação de Tarsem à plástica exótica, não fosse a fotografia impossivelmente enegrecida. [Info] ★★

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