sábado, 18 de outubro de 2014

EU SEMPRE VOU SABER O QUE VOCÊS FIZERAM NO VERÃO PASSADO (Sylvain White/2006)


Protótipo barato de teen slasher, ilustrativo do grosso da linha de produção escoada no mercado de home video. Sua única razão de existir é clara como as estrelinhas a acompanhar uma pancada dolorida: encher o bolso de picaretas, distraindo telespectadores por 90 minutos.

Conteúdo? Qualidade artística? Papo-cabeça para “cinófilos” [sic] esnobes, “pseudo-intelectuais”, que fingem gostar de coisas “chatas”. Fitinhas deste naipe “são só diversão, passatempo, pra curtir e esquecer”. Argumento anotado. Mas… E se o dito fator entretenimento empaca no zero?

Vale indagar: Eu Sempre Vou Saber… configura cinema? Não seria, antes, um subaproveitamento das ferramentas cinematográficas, em que um tarefeiro iniciante rascunha clichês esgotados, chacoalha a câmera em direção a qualquer canto, abusa de filtros desnecessários, corta a esmo e se limita a ditar as marcações para os modelos sarados que brincam de ser atores? [Info] ★

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