sexta-feira, 26 de setembro de 2014

O DOCE AMANHÃ (Atom Egoyan/1997)

Amargo indie canadense movido a luto e dor, emanados de um afresco de personagens verossímeis cujos laços ora fortalecem, ora enfraquecem em decorrência de uma tragédia envolvendo um ônibus escolar. O Doce Amanhã se apresenta como uma elegia às mágoas que carregamos – um legítimo drama, abdicando de coincidências forçadas e exageros sentimentais. Forte argumento para apoiar a tese de que o cinema não se resume a passatempo escapista. Notáveis sonoplastia e música (de Carter Burwell, fiel colaborador dos Coen). [Info] ★★★

Nenhum comentário:

Postar um comentário