quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A TARA MALDITA (Mervyn LeRoy/1956)

Roteiro minado por construções unidimensionais: a mãe (Nancy Kelly) é uma santa sofredora que demora para enxergar o óbvio e agir; a menininha maligna (Patty McCormack) se porta de maneira mecânica a ponto de lembrar um androide, escancarando desde cedo que há algo de errado. Esvaziado de tensão e imprevisibilidade, resta de interesse a gradativa percepção de Kelly sobre a índole do monstro saído de seu ventre. Atmosfera inofensiva e aparência teatral diluem o impacto da discussão proposta: seria a criminalidade infantil herança genética ou fruto do ambiente no qual o indivíduo é criado? [Info] ★★

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